Bem vindo aos Xamãs Urbanos

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PRÓXIMOS EVENTOS XAMÃS URBANOS





DIVERSÃO – RENOVAÇÃO – EVOLUÇÃO


MONTEIRO LOBATO – 15 a 17 de agosto de 2014


Aproveite esta oportunidade para conhecer um local de inigualável beleza, fazer novos amigos e, principalmente, se renovar em contato com a exuberante natureza do local.


Oferecemos ferramentas maravilhosas para sua diversão e renovação.


Atividades inclusas :


Banhos de cachoeira, cavalgadas, sauna, piscina, pescaria, trilhas , salão de jogos, passeio à cidade para visitação e compra de artesanatos.


E tem mais...



Você também poderá participar de nossa tradicional reunião junto à fogueira para trabalhos energéticos revitalizantes.

Benefícios dos passeios em grupo e atividades de Roda de Cura:


O trabalho terapêutico realizado em roda de cura visa proporcionar benefícios na cura do stress, desbloqueios físicos e emocionais, reprogramação mental para modificação de hábitos ou situações indesejáveis, limpeza e equilíbrio energético.


A integração da turma, banhos de cachoeira, confraternização e a convivência descontraída do final de semana levam alegria e bem estar a todos, oferecendo a oportunidade de fazer novos amigos e usufruir de momentos agradáveis junto à natureza.



Local: Pousada Aldeias do Paraíso / Monteiro Lobato



www.aldeiasdoparaiso.com.br


Incluso : hospedagem, transporte, refeições e atividades.


Tel para contato: (011)97654-8663


E-mail :
xamasurbanos@gmail.com



Facilitadores/Gerenciamento:



Antonio Fernandes

Lilia Uchoa


tel contato : 011 97654-8663

COLUNA LILINHA SIOUX

Sentimentos versus Comportamentos


Muitas vezes podemos nos livrar de comportamentos negativos e até sintomas simplesmente deixando nossos sentimentos se expressarem livremente. Isto deveria ser automático mas as pessoas sentem-se culpadas pelos sentimentos chamados “negativos” e bloqueiam sua percepção.


Suponhamos que eu dissesse: “Sinto-me culpada por gostar da cor vermelha e não amarela”. Todos ficariam surpresos porque gostar ou não de uma cor é aceito pela sociedade. Mas se eu disser: “Não gosto de fulano” já não teria a mesma aprovação geral. Porque, se ambos são expressões afetivas, de gostar ou não? Simplesmente porque no segundo caso existe um juízo de valor: Não é bom não gostar de alguém (ou pelo menos falar sobre isso).


Porém, nós não deveríamos nos sentir culpados pelos nossos sentimentos. Eles existem como parte de nós e devemos aceitá-los como aceitamos nossa altura ou que não temos habilidade para desenhar.


Quando a pessoa aceita realmente seus entimentos, não precisa desperdiçar preciosa energia psicológica para bloqueá-los, energia que

poderia, então, utilizar de um modo mais produtivo.


Eu posso ouvir a resposta de vocês: “Não dá para aceitar os sentimentos negativos, assim a sociedade seria um caos, todo mundo brigando com todo mundo...”


Pelo contrário, se todos nós aceitássemos nossos sentimentos, o relacionamento social e toda nossa vida melhorariam muito, porque não devemos confundir sentimentos com comportamento.


Eu devo aceitar todos meus sentimentos, mas não os comportamentos provocados por eles.


Essa diferenciação é muito importante e é básica no nosso caminho de autoconhecimento. Os sentimentos são uma parte fundamental de nós e

querem se manifestar. Se são bloqueados, vão se acumular e criar uma pressão psicológica cada vez maior até serem expressos muitas vezes de

formas violentas, que poderiam ter sido prevenidas.


Em psicologia, como em física, “nada se perde, tudo se transforma”.


Se eu não aceitar meus sentimentos normalmente, eles vão se manifestar através de sintomas e até doenças psicossomáticas.


Pelo contrário, se eu tomar consciência desses sentimentos “negativos” (tristeza, raiva, frustração) e aceitá-los como parte da minha personalidade nesse momento, vou poder lidar com eles de um modo muito mais amadurecido.


Porque estou enfatizando “nesse momento”? Porque, apesar do medo que as pessoas têm geralmente para aceitar esses sentimentos, eles

não são eternos. Normalmente, são reações a estímulos externos e se não os bloquearmos, vão se expressar de um modo adequado e desaparecer sem traumas.


Mas se nós não aceitamos esses sentimentos, eles não desaparecem, ficam dentro de nós, esperando pelo momento de serem extravasados de

forma mais violenta, ou então, disfarçadamente, através dos sintomas.


Fragmento do livro: A Força dos Sentimentos (Maria Cristina Milred)

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